SARS-CoV-2 infection among Brazilian dentists: A seroprevalence study
Ribeiro JAM, Farias SJS, Souza TAC, Stefani CM, Lima AA, Lia EN
Odontologia - UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
This study aimed to determine the seroprevalence of SARS-CoV-2 infection among Brazilian dentists and its associated factors. A stratified random sample among dentists from 33 administrative regions of the Federal District (Brazil) was performed. The presence of antibodies was verified by the Onsite COVID-19 IgG/IgM Rapid Test. Participants answered a survey about socio-demographic aspects, exposition to COVID-19 and professional practice. The seroprevalence of SARS-CoV-2 infection among 324 selected dentists was 19.1% (n = 62). There was a statistically significant association between seropositivity and previous confirmed diagnosis of COVID-19 (p < 0.0005), loss of taste or smell (p = 0.01), diagnosis of COVID-19 in household (p < 0.0005) and have treated a patient with fever (p = 0.03). Dentists with a previous confirmed diagnosis of COVID-19 had 29.52 (95% CI 12.740 - 68.405, p < 0,0005) times higher odds to exhibit positive serology results. Dentists with a confirmed diagnosis of COVID-19 in the household had 2.46 (95% CI 1.13 - 5.34, p = 0.02) times higher odds to exhibit positive serology results. Professionals presenting loss of taste or smell in the last 15 days had 5.24 (95% CI 1.14 - 24.09, p = 0,03) times higher odds to exhibit positive serology results, and, for those who have treated patients with fever, there were 2.99 (95% CI 1.03 - 8.70, p = 0,04) times higher odds to exhibit negative serology. There is an urge of more studies to determine at what rate the seroprevalence of COVID-19 is increasing or not among dentists. (Apoio: EDITAL COPEI-DPI/DEX N° 01/2020)FC028 - Fórum Científico
Área:
9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Versão brasileira do Positive Oral Health and Well-Being (B-POHW): avaliando a saúde bucal positiva
Perazzo MF, Ortiz FR, Zini A, Büssing A, Vered Y, Martins-Júnior PA, Granville-Garcia AF, Paiva SM
Saúde Coletiva - UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O presente estudo objetivou adaptar transculturalmente e testar as propriedades psicométricas da versão brasileira do Positive Oral Health and Well-Being (B-POHW). Após a tradução para o português brasileiro, a adaptação transcultural do B-POHW foi pré-testada, seguida de coleta de dados para a testagem das propriedades psicométricas. O ajuste do modelo foi testado em 209 participantes (média de idade: 39,36, +12,26) por meio da Análise Fatorial Confirmatória com indicadores categóricos em modelos bifatorial e de estrutura simples. Medidas externas de validação foram representadas por questionários referentes a dados sociodemográficos, hábitos e percepção sobre a saúde bucal, e bem-estar geral. A experiência de cárie dentária foi diagnosticada clinicamente pelos critérios da Organização Mundial da Saúde (índice CPO-D). Para confiabilidade teste-reteste, o B-POHW foi reaplicado em 53 participantes, quinze dias depois. Os seguintes resultados foram encontrados: a) o modelo bifatorial apresentou o melhor ajuste; b) satisfatória consistência interna (α de Cronbach e ω de McDonald> 0,8); c) forte correlação de Spearman para o Fator Global no teste-reteste (rs = 0,85); d) representação do construto de acordo com a base teórica da saúde bucal positiva. O B-POHW é psicometricamente adequado para ser usado no contexto brasileiro e as evidências de sua estrutura interna confirmaram sua base teórica para mensurar a saúde bucal positiva. Esses achados avançam nas abordagens holísticas, permitindo avaliar a saúde bucal positiva na prática odontológica no Brasil. (Apoio: CNPq N° 205043/2018-6 | CAPES N° 001)