RESUMOS APROVADOS

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AO0216 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 14

Superfície de zircônia revestida com EGF modula o metabolismo de fibroblastos gengivais expostos ao TNF-α
Pansani TN, Basso FG, Cardoso LM, de-Souza-Costa CA
Materiais Odontológicos e Prótese - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o metabolismo de fibroblastos gengivais (FG) semeados sobre discos de zircônia (ZrO2), revestidos ou não com fator de crescimento epidérmico (EGF), e expostos ao estímulo inflamatório com fator de necrose tumoral alfa (TNF-α). FG em meio de cultura (DMEM) foram cultivados (4x105 células) sobre discos de ZrO2 recobertos com EGF (100 nM). Após 24 h, o meio de cultura foi substituído por novo DMEM contendo TNF-α (100 ng/mL). Decorrido 24 h de incubação, a viabilidade celular (alamarBlue, n=8), síntese de interleucina 6 e 8 (IL-6 e IL-8) (ELISA, n=5) e expressão gênica de IL-6 (qPCR, n=5) foram avaliadas. Os dados foram submetidos à análise de ANOVA One-Way, α=5%. Uma cultura 3D em matriz de colágeno foi preparada para avaliar a morfologia das células em microscopia de fluorescência. Redução de viabilidade ocorreu nas células expostas ao TNF-α em comparação ao grupo controle, onde FG foram semeados sobre ZrO2 na ausência de EGF e TNF-α (p<0,05). FG expostos ao TNF-α aumentaram a expressão de IL-6 e da síntese de IL-6 e IL-8 em comparação ao controle (p<0,05). EGF associada ao TNF-α reduziu a expressão gênica e a síntese de IL-6 (p<0,05). Na cultura 3D, observou-se maior número de células no grupo contendo EGF quando comparado ao controle. Enquanto ruptura citoplasmática ocorreu nas células expostas ao TNF-α, FG com morfologia normal foram observados quando semeados sobre ZrO2 revestidos com EGF na presença de TNF-α.
Concluiu-se que a superfície de ZrO2 revestida com EGF modula diferentes funções biológicas de FG expostos a estímulos inflamatórios in vitro.
(Apoio: Fapesp  N° 2019/20783-6  |  Fapesp  N° 2015/19364-8  |  CNPq  N° 408721/2018-9)
AO0217 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 14

Avaliação da resposta óssea em implantes de superfície tratada com raloxifeno em tíbia de rato análises: histomorfométria e micro-CT
Sanches NS, Cervantes LCC, Piassi JEV, Reis ENRC, Okamoto R, Garcia-Junior IR
Biologia Básica e Oral - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a resposta do tecido ósseo em superfícies de implantes de titânio puro tratados com duplo ataque ácido (GCRT) e deposição raloxifeno (GRLX) pelo método biomimético em modelo padronizado em tíbia de rato. Foram utilizados 12 implantes divididos igualmente entre os grupos. Após os períodos de eutanásia de 7,15,30 e 40 dias foi realizada a análise histológica, histométrica, microtomográfica (micro-ct) e estatística com nível de significância p<0,05. Aos 7 dias o GRLX apresenta maior expressão de tecido conjuntivo do que GCRT. Nos demais períodos o comportamento foi semelhante, destacando o GCRT. Na histometria houve diferença estatística entre os grupos aos 7 (p=0,005) e 40 dias (p=0,04) em área óssea neoformada. Na extensão linear de contato osso/implante houve diferença significante no GRLX entre os 7 e 15 dias (p=0,03) e entre grupos aos 7 dias (p<0,001) destacando o GCRT. Na micro-ct o GRLX revela valores superiores nos parâmetros de volume ósseo (2,02 mm³) em relação ao GCRT (1,45mm³), de volume ósseo (50,24%) em relação ao GCRT (37,9%), de espessura trabecular (0,108mm) em relação ao GCRT (0,10mm), de número de trabéculas (4,65/1mm) em relação ao GCRT (3,57/1mm), de porosidade total (4,97%) em relação ao GCRT (4,33%) e de densidade de conectividade (446,6mm³) em relação ao GCRT (310,36mm³). Já o GCRT apresenta valores superiores de separação entre as trabéculas (0,12%) em relação ao GRLX (0,1%).
Embora estes resultados não revelarem discrepâncias significantes entre si, o raloxifeno mostra ser favorável a neoformação óssea a nível histológico
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2018/13264-0)