RESUMOS APROVADOS

Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


Resultado da busca [Siglas AO0073 a AO0077 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


AO0073 - Apresentação Oral
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 14

Impacto da inalação da fumaça do narguilé na periodontite experimental
Bravo LT, Brustela LN, Miyashita MT, Levi YLAS, Moreira TMJ, Santinoni CS, Straioto FG, Maia LP
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar se a inalação à fumaça do narguilé (IFN) altera a progressão da periodontite experimental (PE), em ratos submetidos à periodontite experimental (PE) comparado à inalação da fumaça do cigarro (IFC). Foram incluídos 60 ratos machos, divididos nos seguintes grupos: controle (C), IFC (10 cigarros, 3 vezes ao dia por 8 min durante 44 dias), IFN (10 g de carvão, 3 vezes ao dia por 8 min durante 44 dias), PE (ligadura nos primeiros molares inferiores, colocada no dia 30 e mantida por 14 dias), PE+IFN e PE+IFC. Os animais foram eutanasiados no dia 44 e as mandíbulas, traquéias e pulmões foram coletadas para análises histomorfométrica, microtomográfica (microCT) e imunohistoquímica. Os dados foram analisados estatisticamente. Foi observado maior perda óssea nos grupos PE, PE+IFC e PE+IFN (p<0,05) e os grupos PE+IFC e PE+IFN apresentaram menor volume ósseo, número e separação trabecular, e maior porosidade (p<0,05), além de maior expressão de RANKL e menor de OPG (p=0,01), em comparação ao grupo PE. Os grupos IFN e PE+IFN apresentaram ainda maior incidência de metaplasia na traquéia (p=0,000) e inflamação no pulmão (p=0,000); enquanto que os grupos IFC, IFN, PE+IFC e PE+IFN apresentaram maior incidência de enfisema pulmonar.
Conclui-se que a inalação da fumaça do narguilé leva a uma maior destruição óssea, de forma similar ao cigarro, além de ocasionar mais efeitos deletérios no trato respiratório.
(Apoio: PIBIC  |  FAPESP  N° 2019/07233-7)
AO0074 - Apresentação Oral
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 14

Influência da obesidade na progressão da doença periodontal experimental induzida em molares de ratos - Estudo clínico e proteômico
Lopes MES, Nogueira AVB, Marcantonio CC, de Molon RS, Salmon CR, Mofatto LS, Nociti-Júnior FH, Cirelli JA
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a influência da obesidade (O) na doença periodontal (P) induzida em ratos. 16 animais foram divididos em 2 grupos: P e OP (O seguido de P). O grupo OP recebeu dieta hiperlipídica durante 90 dias. A P foi induzida por ligadura com fio de algodão nos 1os molares superiores por 21 dias. Os animais foram pesados semanalmente. Foram coletados tecidos adiposos, sangue para análise sorológica, hemimaxilas para análise microtomográfica, análise histométrica e microdissecção a laser do ligamento periodontal (LP). As amostras de mistura complexa de peptídeos extraídas do LP foram analisadas por cromatografia líquida e espectrometria de massa de alta resolução (LC-MS/MS). Análise imunohistoquímica (IHC) foi realizada para validação das proteínas identificadas por LC-MS/MS. Houve aumento significativo da massa corporal e do peso dos tecidos adiposos no grupo OP (p<0.05, Teste-t). Não foi observada diferença estatística entre os grupos na perda óssea alveolar nas análises microtomográficas e histométrica. Um total de 819 proteínas foram identificadas, sendo 53 exclusivas de P e 28 exclusivas de OP. Os grupos compartilharam 738 proteínas, 35 destas diferencialmente abundantes (p<0.05, Teste-t), destacando-se por sua relevância clínica e fold-change: Spondin1, Vinculin e TRAP, abundantemente expressas no grupo OP, validadas por IHC (p<0.05, Teste-t).
Embora a obesidade não tenha influenciado a progressão de perda óssea alveolar, foram observadas diferenças moleculares significantes no perfil proteômico do LP entre os grupos.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2018/23599-9)
AO0075 - Apresentação Oral
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 14

Perfil de citocinas no fluido peri-implantar após uso de probióticos como adjuvante ao tratamento da mucosite peri-implantar
Silva PHF, Santana SI, Salvador SLS, Casarin RCV, Souza SLS, Palioto DB, Furlaneto FAC, Messora MR
Cirurgia Tbmf e Periodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o perfil de citocinas no Fluido Crevicular Peri-implantar (FCP) após administração adjuvante da terapia probiótica no tratamento da mucosite peri-implantar. 36 Pacientes com mucosite peri-implantar foram tratados com debridamento mecânico no baseline. Ao redor dos implantes, aplicou-se topicamente um gel contendo 109 UFCs de Bifidobacterium animalis subsp. lactis HN019, Lactobacillus rhamnosus HN001 e Lactobacillus paracasei Lpc-37 (Grupo Teste; n=18) ou um gel placebo (Grupo Controle; n = 18). Os pacientes utilizaram enxaguatórios bucais contendo as mesmas dosagem das cepas probióticas (Grupo Teste) ou enxaguatórios placebo durante 12 semanas. O FCP foi coletado de locais com sangramento à sondagem (SS) usando tiras de papel absorvente no baseline (pré-intervenção), e em 12 e 24 semanas. Foram analisados número de sítios com SS e as seguintes citocinas: Interleucina (IL)-1β, IL-6, IL-8, IL-10, IL-17, IL-33 ,e Fator de Necrose Tumoral- alfa (TNF-α). Todos os dados foram submetidos à análise estatística (p<0,05). Em 24 semanas, apenas o grupo Teste apresentou níveis mais baixos de IL-1β, IL-6, IL-8 e TNF-α do que aqueles observados no baseline (p<0,05). Em 24 semanas, 33% e 16% dos pacientes não apresentavam nenhum sítio com SS nos grupos Teste e Controle, respectivamente (p < 0.05).
O uso de probióticos como adjuvante ao debridamento mecânico modulou o perfil de citocinas do FCP e promoveu maior estabilidade dos resultados obtidos no tratamento da mucosite peri-implantar.
(Apoio: CAPES  N° 001)