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Resultado da busca [Siglas PN0900 a PN0911 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


PN0904 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Influência de unidades fotoativadoras e protocolos de polimento na rugosidade e brilho de uma resina composta
Bernardes P, Cardoso IO, Machado AC, Allig GR, Reis BR, Moraes RR, Soares PV, Raposo LHA
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar a influência de diferentes unidades fotoativadoras LED e protocolos de polimento distintos na rugosidade superficial e brilho de uma resina composta. Os espécimes (n = 8) de resina composta nano-híbrida Amaris (VOCO), foram confeccionados em matrizes (2 mm de espessura e 4 mm de diâmetro) e fotoativados com diferentes unidades LED: Valo (Ultradent); Valo Grand (Ultradent); Bluephase G2 (Ivoclar); Elipar (3M ESPE); Radii Xpert (SDI); Emissor (Schuster). De acordo com os grupos, os espécimes foram submetidos a diferentes protocolos de polimento: Sof-Lex Diamond Polishing System (3M ESPE); Jiffy Polisher (Ultradent); Opti1Step (Kerr). Logo após, os espécimes foram avaliados quanto ao brilho através do Gloss meter CS300 (CHN Spec) e rugosidade superficial utilizando o rugosímetro de contato SJ-310 (Mitutoyo). Os dados obtidos foram submetidos ao teste ANOVA 2-way seguido pelo teste de Tukey. Para o teste de rugosidade superficial, Sof-Lex e Opti1Step apresentaram resultados semelhantes e rugosidade significativamente menor quando comparados ao Jiffy (P≤ 0,001). No teste de brilho, Opti1step e Sof-Lex apresentaram resultados semelhantes e brilho significativamente maior em relação ao Jiffy (P≤ 0,001). Não foi detectada diferença na rugosidade (P= 0,012) ou no brilho (P= 0,935) para os espécimes obtidos com as diferentes unidades LED utilizadas.
Os protocolos de polimento influenciaram a rugosidade e o brilho da resina composta avaliada, enquanto os resultados não foram afetados pelas diferentes unidades fotoativadoras.
PN0906 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Influência de diferentes espessuras cerâmicas nas propriedades mecânicas e de nanoinfiltração de cimentos resinosos autoadesivos
Domínguez J, Campos VS, Siqueira FSF, Hanzen TA, Cardenas AFM, Gomes JC
Odontología - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar a influência de diferentes espessuras cerâmicas nas propriedades mecânicas de nanodureza (Hi), módulo de elasticidade (Ei) e na nanoinfiltração (NI) de cimentos resinosos autoadesivos. Foram utilizados seis blocos cerâmicos de dissilicato de lítio IPS e.max® CAD cortados em fatias com espessuras de 1,5mm e 2,0mm; e três cimentos autoadesivos: Maxcem (MAX), Multilink (MTL) e RelyX U200 (U200). 45 molares humanos hígidos foram distribuídos em nove grupos experimentais (n=5) a depender das variáveis: (1) espessura cerâmica [0-controle, 1,5mm e 2,0mm] vs. (2) cimento autoadesivo [MAX, MTL e U200]. Restaurações de cimento foram confeccionadas sobre a superfície dentinária e seccionadas em fatias de aproximadamente 1mm. Duas fatias foram avaliadas na camada de cimento através de um nanoindentador para obtenção dos valores de Hi e Ei; e outras duas fatias foram avaliadas para NI da interface formada entre o cimento e a dentina, através de microscopia eletrônica de varredura (FEG) com aumento de 1000x. Os dados foram submetidos à ANOVA 2 fatores e teste de Tukey (α = 0,05). Para todos os cimentos utilizados, o aumento da espessura cerâmica não diminuiu significativamente os valores de Hi (p>0,05) e Ei (p>0,05); porém promoveu os maiores valores de NI, estatisticamente significativos para todos os grupos (p<0,001).
As diferentes espessuras cerâmicas influenciaram de forma significativa a nanoinfiltração dos cimentos; no entanto, não afetaram as propriedades mecânicas.
(Apoio: CAPES)
PN0907 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Emprego da Terapia Fotodinâmica na Remissão Microbiológica de Biofilmes Aderidos à Superfície Dental
Quero IB, Faraoni JJ, Del Arco MCG, Matos LLM, Dias PC, Salvador SLS, Palma-Dibb RG
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar in vivo a capacidade do laser de Diodo em inativar os microrganismos presentes no biofilme bacteriano dental maduro. Foram selecionados 12 voluntários (CAAE9073518900005419) com acúmulo de biofilme maduro sobre a superfície vestibular dos dentes. O estudo foi fatorial, com irradiação laser em 2 níveis (controle/sem irradiação; com irradiação), e comprimento de onda em 2 níveis (laser de Diodo: 660nm, 0,1W/CW/90s; 970nm, 0,4W/CW/11s), divididos aleatoriamente em 2 grupos/4 subgrupos experimentais. Foram coletadas 2 amostras iniciais de biofilme de cada hemiarco. 2 sítios adjacentes receberam uma dose de fotossensibilizador azul de metileno (0,005%) sobre a superfície vestibular (tempo de pré-irradiação: 5 min), irradiando a vestibular de cada sítio com um laser, na forma de varredura. As amostras irradiadas foram coletadas e armazenadas. As amostras foram diluídas e semeadas em meio de cultura e, após 7 dias de incubação, foram contadas as unidades formadoras de colônia (UFC) de cada amostra. Foi feita a comparação da quantidade de UFC/mg antes (A) e após (D) os tratamentos. Os dados foram analisados por Wilcoxon e Mann Whitney com α=5%. Pode-se observar que ambos os tratamentos foram capazes de diminuir estatisticamente (p<0,05) o número de microorganismos presentes no biofilme (mediana-660nm-A:1,28E+07;D:8,12E+06; 970nm-A:2,17E+07;D:6,34E+06), não havendo diferença significante entre eles.
Conclui-se que os dois comprimentos de onda do laser de diodo promoveram uma ação bactericida sobre o biofilme bacteriano maduro.