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Resultado da busca [Siglas PN0454 a PN0461 ]
 2 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 2


PN0456 - Painel Aspirante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Papel da 5-lipoxigenase sobre o fenótipo ósseo intramembranoso e endocondral em camundongos em condições homeostáticas
Silva ACR, Simionato GB, Oliva AH, Custodio IC, Duarte MAH, Shinohara AL, Matsumoto MA, Biguetti CC
Odontologia Preventiva e - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Neste trabalho analisou-se o papel da enzima 5-lipoxigenase (5-LO) sobre o fenótipo e a qualidade de ossos intramembranosos e endocondrais de camundongos 129Sv, por meio de análises comparativas entre animais geneticamente deficientes para 5LO (5LOKO) com animais controles (Wild Type, WT). Para tanto, dez animais machos de cada grupo (WT vs 5LOKO) foram eutanasiados na idade de 12 semanas e ossos intramembranosos (mandíbula, maxilas, calvária) e endocondrais (fêmur e vértebra L5) foram coletados para análises por MicroCT e subsequente histologia (HE, Picrosirius Red para colágeno e tionina para osteócitos). Nas análises por MicroCT, as diferenças estatísticas entre os grupos foram predominantes em ossos endocondrais. Os animais 5LOKO apresentaram maior área (mm2) de osso cortical na diáfise femoral média (1,07±0,07) comparado aos WTs (0,83±0,06), e maior proporção de volume ósseo (BV/TV,%) no corpo da vértebra L5 (42,95±2,52 vs 35,28±4,74). No HE e Picrosirius, as estruturas ósseas, medulares e matriz colagenosa apresentaram-se morfologicamente semelhantes entre os animais WT e 5LOKO em todos os sítios analisados. Na precipitação por tionina na cortical femoral, constatou-se diminuição da estrutura canalicular, do padrão de conectividade e bifurcações dos osteócitos nos animais 5LOKO comparados aos WTs (p<0.05).
Conclui-se que as diferenças no fenótipo ósseo entre camundongos WT e 5LOKO são predominantes em ossos endocondrais, de modo que animais 5LOKO apresentam cortical e volume ósseos aumentados, e alteração na distribuição dos osteócitos.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/19406-0)
PN0459 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Modelo experimental nas simulações de ossos de baixa densidade em análises de bioatividade do reparo periimplantar: estudo ex-in vivo
Rios BR, Silva WPP, Freitas GP, Lopes HB, Delanora LA, Barão VAR, Rosa AL, Faverani LP
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo é a eleição de um modelo animal crítico para avaliações da otimização de reparo ósseo. Para isso utilizou-se 9 Ratas Wistar (Rattus novergicus), divididas entre 3 grupos : Sham - 6 meses de idade e cirurgia fictícia, OVX - 6 meses e ovarectomizadas e Senil - 18 meses, que foram submetidas à eutanásia e seus fêmures removidos e transportados em meio de cultura com meio essencial mínimo modificação alfa (α- MEM) suplementado com 500 µg/mL de gentamicina e 3 µg/mL de fungisona. As células-tronco mesenquimais de medula óssea (CTMs-MO) foram isoladas e cultivadas em meio de crescimento para manterem-se como CTMs. Após alcançar a subconfluência, as células foram cultivadas em discos tratados por Ataque Ácido e Jateamento. Para avaliar as respostas celulares realizou-se ensaios de viabilidade celular, expressão gênica de marcadores osteoblásticos (RUNX2), Fosfatase alcalina (ALP) e imunolocalização de sialoproteina óssea (BSP) além da atividade da fosfatase alcalina (ALP) e formação de matriz mineralizada. Os dados foram submetidos ao teste ANOVA 1 fator ou Kruskal-Wallis (p < 0,05). A análise da viabilidade celular mostrou que o grupo SENIL apresentou um crescimento inferior ao OVX nos diferentes tempos. Avaliação da expressão gênica mostrou respostas mais críticas para o grupo SENIL (p<0,05). A atividade da fosfatase alcalina também obteve menor expressão no grupo SENIL, assim como ocorreu para os nódulos de mineralização (p<0,05).
Conclui-se que o modelo animal mais crítico para avaliação de reparo periimplantar é o SENIL.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2016/20297-6)