Resultado da busca [Siglas PN0366 a PN0377 ]
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PN0370 - Painel Aspirante
Área:
6 - Prótese
Influência do Substrato na Distribuição de Tensões de uma Prótese Parcial Fixa Posterior em Zircônia
Barreto LAL, Tribst JPM, Dal-Piva AMO, Bottino MA, Borges ALS, Grangeiro MTV, Nogueira Junior L
Odontologia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou o efeito do substrato (Dente natural, núcleo de resina composta e núcleo metálico) na distribuição de tensões de uma prótese fixa de três elementos posterior inferior em zircônia. Foram modelados os dentes pilares (1° molar e 1° pré-molar) através da técnica BioCAD contendo 1.5 mm de redução axial e paredes axiais convergentes. Os preparos coronários foram modelados com término em chanfro e férula de 2 mm de altura. A análise estática estrutural mecânica foi realizada em um software de simulação e foi utilizado o critério de Tensão Máxima Principal para análise da prótese e das camadas de cimento de ambos os dentes suporte. Os modelos foram considerados isotrópicos, linearmente elásticos, homogêneos e com contatos colados. Uma carga axial (300 N) foi aplicada à superfície oclusal do segundo pré-molar. Independente do material do substrato, a região dos conectores protéticos concentrou maiores valores de tensão de tração. Não é possível observar diferença entre para a tensão gerada na prótese para os diferentes tipos de substratos usados nos núcleos. A tensão gerada na camada de cimento resinoso demonstrou maior magnitude quando núcleos metálicos (16 MPa) estavam suportando a prótese em comparação com núcleo de resina composta (13 MPa) e dente natural (13 MPa) na região do pré-molar. Tanto os retentores metálicos fundidos quanto os preenchimentos com resina composta são substratos que não aumentam a tensão gerada em uma prótese parcial fixa em zircônia. Materiais mais rígidos como as ligas metálicas podem aumentar a tensão concentrada no cimento. (Apoio: Fapesp N° 17/23059-1 | CAPES N° 88882.441647/2019-01)PN0373 - Painel Aspirante
Área:
6 - Prótese
Avaliação da adesão de Prevotella intermedia em diferentes materiais cerâmicos e acabamentos de superfícies
Poole SF, Pitondo-Silva A, Panzeri FC, Silva MO, Faria ACL, Ribeiro RF, Moris ICM, Gomes EA
Odontologia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a influência de diferentes acabamentos de superfície em materiais cerâmicos quanto a rugosidade e adesão de biofilme bacteriano (Prevotella intermedia). Obteve-se 84 corpos de prova (cps) representados por quatro sistemas cerâmicos CAD-CAM (cerâmica feldspática - GL, dissilicato de lítio - GD, silicato de lítio reforçado com óxido de zircônio - GS, zircônia monolítica - GZ), submetidos a três acabamentos de superfície: controle (C), acabamento com pontas diamantadas (PDi) e glazeamento (G) (n=7). Foi avaliado, quantativamente, a rugosidade de superfície por meio de microscópio confocal de varredura a laser (Sa) e, qualitativamente, por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV). Posteriormente, os cps foram contaminados com a linhagem bacteriana Prevotella intermedia ATCC 25611 e o biofilme formado foi quantificado pela contagem das unidades formadoras de colônia (UFCs) com software específico. A análise de morfologia do biofilme foi realizada por MEV e microscopia confocal de fluorescência (MCF). Os dados foram avaliados por ANOVA a 2 fatores e teste de Tukey (p<0,05). Os resultados mostraram que PDi gerou maior rugosidade de superfície (p<0,05) e, quando levado em consideração o material, maior rugosidade de superfície foi verificado para o GZ (p<0,05). Verificou-se diferença nas UFCs entre os materiais (p<0,05), evidenciando maior quantidade de adesão bacteriana para GL e GZ (p>0,05). Sugere-se que a rugosidade de superfície da cerâmica favorece a adesão bacteriana, sendo que o polimento com brocas deve ser evitado. (Apoio: FAPs - Fapesp N° N° 2016/25331-7)PN0375 - Painel Aspirante
Área:
6 - Prótese
Efeitos de protocolos de higiene de prótese total contra Candida spp., odor da boca e relação entre os fatores
Fortes CV, Araújo CB, Ribeiro AB, Bueno FL, Oliveira VC, Paranhos HFO, Silva-Lovato CH
Materiais Dentários e Prótese - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou o efeito de protocolos de higiene de próteses contra Candida spp. e odor da boca e a correlação entre estes fatores. Cento e oito usuários de próteses totais superiores foram aleatorizados em quatro grupos paralelos: (1) escovação do palato/imersão da prótese em solução de hipoclorito de sódio 0,25% (controle positivo); (2) escovação do palato/imersão da prótese em solução de Triclosan 0,15%; (3) escovação do palato/imersão da prótese em solução de ácido cítrico e (4) escovação do palato com ácido cítrico e lactose monohidratada/imersão da prótese em solução de ácido cítrico. Os dados foram coletados no Baseline e após 10 dias de uso dos protocolos. Para carga microbiana, o biofilme da prótese foi coletado, semeado em ChromAgar Candida e quantificado por meio pela contagem de unidades formadoras de colônia (UFC). Os escores de odor da boca, com e sem a prótese, foram obtidos com o aparelho Breath AlertTM. Os dados foram submetidos ao teste de Friedman e correlação de Person (p<0,05). Todos os protocolos promoveram redução significativa da contagem de UFC de Candida spp. quando comparado ao Baseline e de forma semelhante ao HS0,25% (p<0,001). O odor da cavidade bucal não foi influenciado pelos protocolos de higiene (p=0,395). Não houve correlação entre carga microbiana e odor (p=0,625). Os protocolos testados podem ser indicados como alternativa ao uso do Hipoclorito de sódio contra Candida spp.. O odor bucal parece não estar relacionado com a quantidade de Candida spp. presente nas próteses. (Apoio: CAPES N° 88882.37885/2019-01)PN0377 - Painel Aspirante
Área:
6 - Prótese
Avaliação do Efeito Corrosivo de Soluções Higienizadoras de Próteses Removíveis sobre Liga Metálica de Co-Cr
Bueno FL, Araújo CB, Ribeiro AB, Fortes CV, Oliveira VC, Macedo AP, Paranhos HFO, Silva-Lovato CH
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou o efeito corrosivo de soluções higienizadoras sobre liga de cobalto-cromo. Vinte espécimes metálicos de Co-Cr (14x3 mm) foram distribuídos nos grupos (n=5): G1:Saliva; G2: Triclosan 0,3%; G3: Cloramina T 0,5%; G4: Hipoclorito de sódio 0,25% e montados em célula eletroquímica apropriada para o ensaio de corrosão contendo 200 mL das soluções. O comportamento corrosivo das soluções higienizadoras foi analisado pelo método de polarização anódica/potenciodinâmica, utilizando potenciostato acoplado ao software Voltamaster 4, sendo registrados os valores do potencial em circuito aberto (Eocp), do potencial de corrosão (Ecorr), e da densidade da corrente de corrosão (icorr). Para Eocp houve diferença significante (p=0,002) entre os grupos, tendo G4 apresentado o maior valor (324,30), enquanto os grupos G1 (-313,90) e G2 (-201,40) apresentaram os menores. Os valores de Ecorr e icoor também foram influenciados pelos grupos (p<0,001). G4 apresentou os maiores valores de Ecoor (243,10), enquanto G1 os menores (-797,00). Em relação ao icorr, G4 apresentou maior taxa de corrosão (25,22) que G2 (0,51), indicando que a liga apresentou menor resistência à corrosão quando imerso na solução de HS0,25%. G1 (9,67) e G3 (4,36) apresentaram valores intermediários. Conclui-se que a solução de Triclosan a 0,3% apresentou baixo potencial corrosivo frente a liga de Co-Cr, sugerindo seu uso para higienização de próteses removíveis com componentes metálicos. (Apoio: CNPq N° 141850/2017-5 )