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Resultado da busca [Siglas PN0332 a PN0342 ]
 4 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 4


PN0332 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

O tempo decorrido do clareamento e o uso de ascorbato de sódio interferem na resistência de união de cimento resinoso ao esmalte clareado?
Ribeiro MES, Lopes ALC, Baia JCP, Santos GC, Ramos CO, Rocha MPC, Souza-Júnior MHSE, Loretto SC
Dentística Restauradora - ESCOLA SUPERIOR DA AMAZÔNIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se a influência do intervalo de tempo e de diferentes concentrações (10% e 35%) de ascorbato de sódio (AS), após o clareamento de consultório na resistência de união adesiva (RUA) do cimento resinoso ao esmalte. Oitenta e um dentes incisivos bovinos foram divididos em (n=18): G1 (não clareado), G2 (clareado + cimentação após 24h), G3 (clareado + cimentação após 7 dias), G4 (clareado + AS10% + cimentação após 24h), G5 (clareado + AS10% + cimentação após 7 dias), G6 (clareado + AS35% + cimentação após 24h), G7 (clareado + AS35% + cimentação após 7 dias). Após a terceira sessão de clareamento (peróxido de hidrogênio a 35%), os grupos G4, G5, G6 e G7 receberam aplicação de AS. Decorridos 24h ou 07 dias, 02 cilindros de cimento resinoso fotopolimerizável foram confeccionados sobre a superfície do esmalte e submetidos ao teste de microcisalhamento, seguido da avaliação dos padrões de fratura por microscopia eletrônica de varredura. Os resultados foram submetidos a ANOVA two-way e pós-teste de tukey (α = 5%). A maior média foi observada em G1 (19.1 MPa), e a menor em G2 (16.4 MPa). O G2 foi o único grupo que apresentou diferença estatística em relação a G1 (p<0,05). O padrão de fratura predominante foi do tipo misto.
Conclui-se que a união adesiva de cimento resinoso pode ser realizada até 24h após o clareamento dental sem que haja comprometimento da RUA desde que que se utilize o AS (10% ou 35%), ou depois de 7 dias da finalização do tratamento clareador.
PN0338 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Avaliação do módulo de elasticidade do etileno-vinil-acetato para confecção de protetores bucais por teste de tração uniaxial
Firmiano TC, Cardoso LS, Costa PVM, Silva VAS, Freitas LAS, Pereira RD, Veríssimo C
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo objetivou avaliar o módulo de elasticidade de lâminas de etileno vinil acetato (EVA) utilizadas para confecção de protetores bucais personalizados em função de diferentes marcas comerciais: Bioart®, EssenceDental®, Polyshock®, Erkodent® e Compact EVA®. O módulo de elasticidade foi calculado por meio de teste de tração uniaxial. Foram confeccionadas amostras (n=15) nas dimensões de 70 x 10 x 3mm e submetidas ao teste. As amostras foram fixadas entre dois grampos pneumáticos conectados à uma máquina de ensaio universal (Instron, 3367) e submetidas ao carregamento de tração com velocidade de 500mm/min. O módulo de elasticidade (MPa) foi determinado pelo software Bluehill pela tangente da curva tensão-deformação. Os valores de módulo de elasticidade apresentaram distribuição normal, porém não houve homogeneidade de variância. Portanto, os dados foram submetidos ao teste não-paramétrico de Kruskal Wallis e teste de Dunn (α= 5%). Diferenças estatisticamente significantes foram encontradas para os valores de módulo de elasticidade das marcas comerciais testadas (P<0.001). Os valores de mediana (DP) foram: EssenceDental (38,1 (2,8) A), Bioart (34,9 (1,7) AB), Proform (20,8 (1,6) BC), Polyshock (18,6 (1,7) C), Compact EVA (17,4 (0,7) CD) e Erkodent (15,0 (0,5) D). O menor valor de módulo de elasticidade foi observado para a marca Erkodent®. Letras diferentes apresentam diferenças estatisticamente significantes.
Houve diferenças significativas nos valores do módulo de elasticidade de lâminas de EVA em função da marca comercial.
(Apoio: CNPq  N° 420637/2018-4  |  CAPES)
PN0340 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Remineralização Dentinária e Obliteração Tubular por Materiais Bioinspirados em Acetato de Estrôncio e Colágeno
Almeida LPA, Dotta TC, Arnez MM, Castelo R, Ramos AP, Catirse ABCEB
Materiais Dentários e Próteses - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a capacidade de remineralização da dentina submetida a tratamento com acetato de estrôncio revestido por colágeno, e após o desafio ácido em diferentes intervalos de aplicações. Foram utilizados 18 discos de dentina, divididas aleatoriamente em três grupos de acordo com o número de aplicações: 1 aplicação (A1); 2 aplicações diárias durante 7 dias (A2); 2 aplicações diárias durante 14 dias (A3). Os espécimes destinados ao desafio ácido foram imersos em 3mL de refrigerante cola por 2 minutos. A análise da composição química foi realizada através da Espectroscopia de Infravermelho com Transformada de Fourier (FTIR). Os elementos químicos presentes antes e após os tratamentos foram obtidos pela Espectroscopia por Dispersão de Raios X (EDS). Ao final, os espécimes foram levados ao Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV) para avaliação do percentual e profundidade de obliteração. Foi observado que em A2 e A3 houveram alterações na frequência vibracional referente à hidroxiapatita e grupo amina. Após análise topográfica, foi observado que houve recobrimento total da superfície de A2 e A3. Após desafio ácido foi observado desgaste parcial em regiões específicas, mas com manutenção de áreas que sofreram modificações com a presença de estrôncio. Observou-se a presença de estruturas fibrilares referentes ao colágeno. Em A1, não foram observados grandes mudanças.
A frequência de aplicações para A1 foi insuficiente, enquanto A2 e A3 apresentaram comportamentos semelhantes. Mudanças na composição e na estrutura da dentina foram notórias.
PN0342 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Análise in vitro da eficácia e alterações em estrutura dentária sob o uso de diferentes géis clareadores de consultório, com e sem LED Violeta
Mendonça RP, Oliveira AC, Lopes LS, Monnerat AF, Miragaya LM, Calazans FS, Barceleiro MO, Miranda MS
Odontologia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do trabalho foi de avaliar a ação do LED Violeta na estrutura dentária, e sua eficácia na mudança de cor com o uso ou não de géis clareadores de consultório de diferentes pHs, tal como o uso ou não da luz, em contato com o esmalte de dentes bovinos. Quarenta incisivos bovinos foram separados em 4 grupos (n=10) numerados. A aferição do pH foi realizada ao início e ao final de cada aplicação nos grupos com gel, por meio de um pHmetro portátil. A avaliação estrutural de uma amostra aleatória de cada grupo foi feita por microscópio de força atômica (AFM) antes e após o clareamento, segundo recomendação das fabricantes. Para avaliação da cor, foram calculados valores de variação por escores numéricos dos dados das escala Vita Clássical (VC) e Vita 3D Master (VM). Os dados do pH foram tabelados e avaliados estatisticamente por teste de Tukey. Os resultados do AFM não mostraram alterações com a aplicação do LED. As amostras que sofreram ação de géis clareadores obtiveram resultados positivos no clareamento nos 2 grupos, com uso de LED (VC - 3,9 e 5,7 ; VM - 5,2 e 7,3), tal como no grupo sem o uso do LED (VC - 5,9 ; VM - 8,5), enquanto as amostras sem gel não obtiveram alteração significativa (VC - 1,5 ; VM - 1,5). Além disso, não houve diferença estatística (p>0,05) entre a variação de pH com e sem a aplicação do LED (Δ pH= -0,29 e Δ pH= -0,39) entre grupos com a mesma marca de gel.
O uso de LED Violeta sozinho, portanto, não foi capaz de promover alterações significativas na cor do substrato dental, muito menos promoveu alterações estruturais, tal como no comportamento de eficácia e do pH dos géis clareadores.