Resultado da busca [Siglas PI0082 a PI0091 ]
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PI0084 - Painel Iniciante
Área:
4 - Ortodontia
Enxaguatórios experimentais podem influenciar na adesão de braquetes em superfícies de esmalte
Moraes LS, Sabbo BM, Sabbo LCR, Venezian GC, Godoi APT, Furletti VF
Morfologia e Clínica Infantil - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O estudo avaliou a influência de enxaguatórios bucais na resistência de união ao cisalhamento (RUC) de braquetes metálicos colados em esmalte. Foram selecionados 77 incisivos bovinos divididos em 7 grupos (n=11) e imersos 2 minutos por dia durante 30 dias em suas respectivas soluções: G1 - água destilada (controle); G2 - Clorexidina 0,12%; G3 - Listerine® com álcool; G4 - Listerine® sem álcool; G5 - Plax®; G6 - Grapefruit, e G7 - Gengibre. Após esse período foram submetidos a RUC em uma máquina de ensaio universal EMIC®, com velocidade de 1 mm/minuto. Após a descolagem dos braquetes, as superfícies dos espécimes foram analisadas quanto ao índice de remanescente adesivo (IRA) em lupa estereoscópica com aumento de 25X. Três corpos de prova de cada grupo foram levados ao microscópio eletrônico de varredura (MEV) para análise qualitativa superficial. Os resultados de RUC foram analisados estatisticamente por modelos lineares generalizados com um nível de significância de 5% e os resultados do IRA e MEV foram realizados utilizando-se uma análise de frequência para as comparações entre os materiais. O grupo G3 apresentou menor resistência de união ao cisalhamento quando comparado aos demais (p<0,05). Não houve diferença significativa entre os grupos quanto ao IRA. Nos espécimes submetidos ao MEV não foi identificada nenhuma alteração na superfície de esmalte. Os enxaguantes avaliados não interferiram na RUC e IRA dos braquetes e nem promovem modificação na estrutura do esmalte, podendo ser prescritos durante o tratamento ortodôntico.PI0088 - Painel Iniciante
Área:
4 - Ortodontia
Boca a Boca: saúde bucal no seu dia a dia. Rádios comunitárias auxiliando pacientes em uso de aparelho ortodôntico fixo
Souza MS, Assis MAL, Mordente CM, Tavares LDF, Oliveira DD, Soares RV
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A área da saúde tem presenciado avanços por meio do uso de Tecnologias de Informação e de Comunicação, que possibilitam maior acesso a informações e a novas maneiras de cuidado. Atravessando décadas, o rádio também é um meio popular de comunicação que oferece conteúdos variados. Atenção especial deve ser dada às rádios comunitárias que têm como finalidade auxiliar o desenvolvimento social da população. Levando em consideração que as rádios comunitárias necessitam de material educacional de qualidade para inserção em sua programação, foi elaborado um spot de aúdio com o objetivo de servir de apoio tanto ao paciente que está em tratamento ortodôntico com aparelho fixo, quanto ao ortodontista ou dentista clínico-geral. O programa de rádio "Boca a Boca: saúde bucal no seu dia a dia" é proveniente de uma parceria educacional entre o Programa de Pós-Graduação em Odontologia e o Laboratório de Áudio da Faculdade de Comunicação e Artes, ambos da PUC Minas. Um episódio do programa intitulado "Orientações de higiene bucal para pessoas em tratamento com aparelho ortodôntico fixo" foi elaborado a partir de um conteúdo previamente validado, para divulgação de informações sobre o tratamento ortodôntico, ampliando o alcance de informações para a população. O acesso ao tratamento ortodôntico pelo SUS já acontece, e esse material divulgado por rádios comunitárias poderá servir de apoio tanto ao paciente quanto ao dentista que trabalha em regiões mais afastadas dos centros urbanos do país.PI0091 - Painel Iniciante
Área:
4 - Odontopediatria
Associação entre sinais e sintomas de Disfunção Temporomandibular e Qualidade do Sono em adolescentes
Dias MLLS, Baldiotti ALP, Freitas GA, Sebastiani AM, Scariot R, Martins RC, Paiva SM, Ferreira FM
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre sinais e sintomas de disfunção temporomandibular (DTM) e qualidade do sono (QS) em adolescentes. Noventa adolescentes entre 13 e 18 anos de idade, que aceitaram e cujos responsáveis consentiram, participaram desse estudo transversal. Os diagnósticos de sinais e sintomas de DTM foram obtidos através do instrumento validado para uso no Brasil RDC/TMD Eixos I e II, respectivamente, e a QS foi avaliada através de questionário respondido pelos pais. Duas examinadoras foram treinadas para a utilização dos instrumentos. Foi realizada estatística descritiva e testes de qui-quadrado e Mann Whitney. A média de idade dos adolescentes foi de 15,9 anos; 51% deles eram meninas. A prevalência de DTM foi de 45%, 62,5% deles dormiam menos de 8 horas por noite, enquanto 80,7% tinham relato parental de apresentar boa ou muito boa QS. Depressão (p=0,014), presença de sintomas físicos não específicos incluindo dor (p=0,005) e presença de ansiedade (p=0,026) foram mais frequentes entre os adolescentes que apresentaram pior QS. Por outro lado, QS não foi associada a desordens musculares, deslocamento de disco seja ele do lado direito e/ou esquerdo, desordens articulares do lado direito e/ou esquerdo e dor crônica (p > 0,05). Uma pior QS esteve associada a sintomas de DTM em adolescentes, mas não a seus sinais clínicos. Novas pesquisas com amostras maiores são necessárias para confirmar estes achados. (Apoio: CAPES | CNPq | FAPs - FAPEMIG)