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Resultado da busca [Siglas PI0061 a PI0071 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


PI0062 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Avaliação in vitro de dentifrícios fluoretados suplementados com polióis e trimetafosfato de sódio sobre a desmineralização do esmalte
Oliveira LG, Delbem ACB, Gonçalves FMC, Emerenciano NG, Oliveira MAF, Cannon M, Danelon M
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo in vitro foi avaliar a capacidade de uma formulação dentifrícia com concentração reduzida de fluoreto (F) (200 ppm) suplementada com xilitol (X:16%), eritritol (E: 4%) e trimetafosfato de sódio (TMP: 0,2%) em reduzir a desmineralização do esmalte dentário. Blocos bovinos (n = 84) foram selecionados através da dureza de superfície inicial (SHi) e a seguir divididos em 7 grupos de dentifrícios (n = 12): 1) sem F-X-E-TMP (Placebo); 2) 16% Xilitol + 4% Eritritol (X-E); 3) 16% X + 4% E + 0,2% TMP (X-E-TMP); 4) 1100 ppm F (1100F); 5) 200 ppm F (200F), 6) 200F + 0,2% TMP (200F-TMP) e 7) 200F + 16% X + 4% E + 0,2% TMP) (200F-X-E-TMP). Os blocos foram tratados 2x/dia com os dentifrícios, sendo submetidos a 5 ciclagens de pH durante 7 dias. Após a ciclagem de pH, determinou-se a porcentagem de perda de dureza de superfície (%SH), perda integrada de dureza de subsuperfície (∆KHN) e microscopia de luz polarizada para análise da lesão (MLP), formada pelo modelo de ciclagem de pH. Os dados foram submetidos a ANOVA 1 critério, seguido pelo teste Student-Newman-Keul's (p < 0,001). O tratamento com 200F-X-E-TMP reduziu em aproximadamente 39% e 43 a %SH quando comparado aos tratamentos 200F-TMP e 1100F (p < 0,001). Além disso, a capacidade de reduzir o corpo da lesão (ΔKHN, MPL) foi ~ 65% maior com 200F-X-E-TMP quando comparado ao X-E (p < 0,001).
Conclui-se que a associação de trimetafosfato de sódio, xilitol e eritritol a um dentifrício com concentração reduzida de fluoreto, produziu maior efeito protetor contra a desmineralização quando comparado ao dentifrício 1100F.
(Apoio: Fapesp  N° 2018/18989-2)
PI0063 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Associação entre rede social de cuidadores e saúde bucal de crianças e adolescentes
Oliveira ARS, Jural LA, Soares TRC, Lenzi MM, Leao ATT, Silva AN, Vettore MV, Maia LC
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se avaliar o impacto da Rede social (RS) na saúde bucal de crianças e adolescentes (c/a). Foram avaliados cuidadores de c/a que buscaram atendimento odontológico na UFRJ entre 2015 e 2017. Os cuidadores responderam a um questionário contendo cinco perguntas (p) sobre RS(p1- Existe algum parente com quem você se sente à vontade para falar sobre quase tudo?;p2- Existe algum amigo com quem você se sente à vontade e pode falar sobre quase tudo?;p3 - Nos últimos 12 meses, você participou de atividades esportivas em grupo ou atividade artística em grupo?; p4 - Nos últimos 12 meses, você participou de reuniõesde associações de moradores ou funcionários, sindicatos ou partidos?; p5- Nos últimos 12 meses, você participou de trabalho voluntário não remunerado, em organizações não governamentais, de caridade ou outras?). A saúde bucal das c/afoi avaliada através do número de dentes cariados, perdidos ou obturados (CPOD). Os dados foram analisados descritivamente e pelo teste Qui-quadrado (p<0,05). Foram avaliados 298 cuidadores (37,16 anos ±9,9). O percentual de respostas afirmativas para RS foi a seguinte: p1 -77,9%; p2 - 66,4%; p3 - 26,2%; p4 - 17,8%; p5 - 16,1%. Das c/a avaliadas (n=339), 69,6% apresentavam cpod≥1. Não foi encontrada nenhuma relação estatística entre a RS dos cuidadores e CPOD das c/a (p>0,05), com exceção da p5 que apresentou uma relação positiva entre a não participação em trabalho voluntário e cpod≥1 (p=0,002).
Conclui-se que, à exceção do trabalho voluntário dos cuidadores, nenhuma outra questão associada à RS esteve associada à saúde bucal de c/a.
(Apoio: PIBIC CNPQ  N° 121908/2019-4  |  PIBIC UFRJ  |  CNPq  N° 159961/2018-1)
PI0064 - Painel Iniciante
Área: 4 - Odontopediatria

Reações emocionais de pacientes infantis e seus pais durante o atendimento odontológico
Oliveira EV, Massignan C, Santos PS, Soares JP, Santana CM, Borgatto AF, Cardoso M, Bolan M
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os objetivos deste estudo foram avaliar o Senso de Coerência (SOC) e verificar a influência da ansiedade dos responsáveis na ansiedade e no comportamento da criança durante o atendimento odontológico; e comparar o comportamento das crianças em consultas de profilaxia e exodontia. Trata-se um estudo transversal aninhado à um ensaio clínico randomizado com 78 crianças (4 a 9 anos) que necessitavam de exodontia de molares decíduos. O comportamento e a ansiedade das crianças foram avaliados com as escalas de Frankl e Facial Image Scale, durante a exodontia e em uma consulta prévia de profilaxia. Os responsáveis responderam às escalas SOC 13 e Dental Anxiety Scale, além de um questionário socioeconômico. Para a análise estatística, utilizaram-se os testes U de Mann-Whitney e McNemar. A média do SOC entre os responsáveis foi de 46,51 (3,65), variando entre 38-53. Os responsáveis com ≥12 anos de escolaridade apresentaram melhor SOC (P<0,01). Os pais apresentaram menor ansiedade frente aos procedimentos do que as crianças (P<0,01), e as crianças com pais ansiosos apresentaram comportamento positivo nas consultas de exodontia (P<0,01). As crianças apresentaram melhor comportamento na consulta de profilaxia (P<0,01).
Concluiu-se que pais com maior escolaridade apresentaram melhor SOC. A ansiedade dos pais influenciou o comportamento das crianças. O comportamento das crianças foi mais cooperativo na consulta de profilaxia.
(Apoio: CAPES  N° 001)