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Resultado da busca [Siglas AO0192 a AO0197 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


AO0192 - Apresentação Oral
Área: 6 - Prótese

Fatores preditivos na busca pela reabilitação com prótese ocular - Uma abordagem preliminar
Makrakis LR, Silva-Lovato CH
Materiais Dentários e Prótese - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar os fatores que podem interferir na busca pela reabilitação com prótese ocular. Foi aplicado um questionário semi-estruturado (n=26) baseado na Teoria do Comportamento Planejado respondido com escala de Likert de 5 pontos, gravado, transcrito e analisado por distribuição de frequência. A intenção em buscar tratamento foi influenciado por: Crenças comportamentais - a maioria concordou que busca tratamento quando necessário (65,38%), que seu relacionamento com o profissional é importante para iniciar o tratamento (100%), e que suas expectativas sobre os benefícios da prótese ocular motivam na busca (96,1%); Crenças Normativas - a maioria concordou ser motivada a buscar tratamento quanto à referência sobre um serviço de qualidade (76,9%), boa experiência com tratamentos anteriores (96,1%), acolhimento dos profissionais (92,3%) e indicação médica para tratamento (76,9%) e menos da metade concordou que a sociedade/opinião de outros influencia (46,1%) na intenção de tratar. Crenças sobre o controle - a maioria concordou serem motivados em buscar tratamento quando há proximidade do serviço (100%) e disponibilidade de tratamento no serviço público (96,1%), concordou não buscar tratamento devido aos custos (61,5%) e à falta de oportunidade (65,3%) e discordou que o plano de saúde facilita a obtenção da prótese (50%).
Conclui-se que, a motivação pela busca de tratamento pode ser influenciada pela facilidade de acesso e disponibilidade no serviço público, qualidade no atendimento e vínculo profissional e questões financeiras.
(Apoio: CAPES)
AO0194 - Apresentação Oral
Área: 6 - Prótese

Um mini-implante seria biomecanicamente apropriado para a retenção de uma overdenture mandibular?
Borges GA, Presotto AGC, Caldas RA, Pisani MX, Mesquita MF
Prótese - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi analisar e comparar o comportamento biomecânico de overdentures mandibulares (MO) com 1 ou 2 implates, utilizando implantes de diâmetro convencional (IDC) [hexágono externo (HE) e cone morse (CM)] e mini-implantes (MI). Modelos fotoelásticos dos IDC (HE-1, HE-2, CM-1, CM-2) e MI (MI-1, MI-2) foram fabricados para análise da tensão de cisalhamento peri-implantar, posterior e total dos modelos. Um espécime de cada grupo foi posteriormente usado para obter 6 modelos computacionais para análise de elementos finitos-3D. As tensões máximas de von Mises foram plotadas para cada componente dúctil do sistema. Dois tipos de carga foram aplicadas: 150-N bilateralmente no primeiro molar, 100-N na borda incisal dos incisivos centrais com angulação de 30º. Os dados foram submetidos a ANOVA-2 way e teste Tukey (α=.05). Os grupos HE-2 e CM-2 demonstraram menor tensão posterior (P<.001) e total (P<.05). Ausência de diferença estatística foi observada entre todos os grupos para a tensão peri-implantar (P>.05). Independente do local de aplicação de carga, os grupos MI-1 e MI-2 demonstraram menores valores de tensão máxima de von Mises. Entretanto, para o housing, o grupo MI-2 sob carga incisal apresentou maiores valores de tensão. O attachment foi a estrutura mais sobrecarregada sob carga incisal, especialmente para os grupos CM-2 e EH-2.
Independente do número de implantes, o uso de MI são métodos de reabilitação promissores com similares tensões de cisalhamento peri-implantar e baixas tensões de von Mises nos implantes quando comparados aos IDC para OM.
(Apoio: CAPES  N° 0885/2018  |  FAPs - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - Brazil (FAPESP)   N° 2018/03136-4  |  CNPq  N° 132724/2018-9)
AO0196 - Apresentação Oral
Área: 6 - Prótese

Relação entre fármacos prescritos pelo cirurgião dentista e doping no atleta
Berard LT, Yonamine M, Rodrigues CH, Rabelo IJ, Pinto HG, Cometti GF, Dias RB, Coto NP
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi analisar os medicamentos mais indicados na Odontologia e verificar os fármacos que podem ser considerados doping. Por meio das redes sociais, foi aplicado um questionário aos cirurgiões dentistas, sobre quais os medicamentos mais receitados em sua rotina profissional. Foi avaliado também, o nível de conhecimento dos participantes da pesquisa sobre os medicamentos que podem ser considerados doping, bem como, o envolvimento dos cirurgiões dentistas com a Odontologia do esporte em relação ao atendimento ao atleta. Na segunda etapa, os medicamentos apontados foram analisados de acordo com a lista da World anti-doping agency (WADA) e, identificados possíveis fármacos considerados dopantes. A classe dos anti-inflamatórios foi a que apresentou o maior número de fármacos considerados doping, com 6 medicamentos proibidos (indicados por 48% dos cirurgiões dentistas); seguida por analgésicos, com 5 medicamentos proibidos (indicados por 18%); ansiolíticos, com 2 medicamentos proibidos (indicados por 2%); antibióticos (indicados por 1,1%) e antifúngicos (indicados por 28%), ambos com 1 medicamento proibido. Além disso, 83,53% dos profissionais da Odontologia indicaram não saber quais drogas podem ser consideradas doping e apenas 41,18% já atenderam atletas.
O conhecimento do cirurgião dentista em terapêutica medicamentosa é fundamental para que o paciente atleta seja conscientizado e orientado quanto aos fármacos que podem acusar doping, garantindo assim a integridade física e saúde geral do atleta em sua plenitude.